que quanto mais sei, (quase) nada sei.
que foi inútil pensar que sabia um pouco mais a cada dia da língua portuguesa, porque vem o governo e ceifa a minha certeza e devolve-me para o banco escolar.
que não basta eu escolher isto ou aquilo e achar que será assim ad eternum...
tudo depende de tantos outros aprendizados e outros tantos quereres.
que a minha idéia de paz é diferente da tua,
e que para muitos o paraíso está na luta,
na guerra sangrenta.
que eu dependo de ti, e também de ninguém
que estou absolutamente só, e acompanhada
que por trás de meu riso sempre está o oposto,
tão cintilante quanto que tu não podes me entender por mais que queiras,
mas que assim mesmo pode e deve me amar,
porque faz bem também para ti
que tudo o que eu toco tem energia,
por isso também me auto-abraço para autorrecargas e medições
que se quiser ver realmente a beleza,
deixe tudo o mais intacto possível,
no seu próprio habitat,
inclusive eu,que posso não ser salva,
até porque talvez não seja o caso
que posso me queimar ou congelar ou permanecer a 36ºC
que todo o dia tenho que dar um salto no escuro,
arriscar,
que o ar e o sangue circulam e que dependem de mim
que o povo do meu país tem medo do terror,
por isso guarda-o embaixo dos próprios lençóis,
acobertando políticos infames,
que a democracia é uma falácia na mão de gente mal intencionada
que o barco tem furo,
mas não só no casco
que eu sofro e gozo com a mesma intensidade
que afundo, mas também sei boiar,
e estou aprendendo a caminhar sobre as águas
que ainda não distingo todos os cheiros, sabores e cores,
mas não desisto
que ainda estou viva e ardo de paixão
que preciso me perder mais vezes,
para me reencontrar...
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
"SOMOS TODOS UM"
A força que nos conduz é a mesma que acende o sol,
que anima os mares
e faz florescer as cerejeiras.
A força que nos move,
é a mesma que estremece as sementes
com sua mensagem imemorável de vida.
A dança gera o destino.
Sob as mesmas leis que vinculam a flor à brisa.
Sob o girassol da harmonia. Somos todos um.
Susanna Tamaro.
que anima os mares
e faz florescer as cerejeiras.
A força que nos move,
é a mesma que estremece as sementes
com sua mensagem imemorável de vida.
A dança gera o destino.
Sob as mesmas leis que vinculam a flor à brisa.
Sob o girassol da harmonia. Somos todos um.
Susanna Tamaro.
domingo, 4 de abril de 2010
E DAÍ, QUE TUDO ACABA???
Por Marcelo Rubens Paiva.
Não aguento mais ouvir uma voz feminina afirmar com amargura e rancor que não quer mais se casar. As muitas seguidoras de Paulo Mendes Campos acreditam que, se o amor acaba, para que começar outro.
São aquelas que se casaram de branco, no dia mais feliz de suas vidas, apaixonadas e entregues, mas que depois enfrentaram a ira de um ciumento, as neuras de um obcecado, as fraquezas de um viciado, se envolveram com famílias alheias intolerantes, conheceram a frigidez na rotina, a traição injusta seguida pelas mentiras horriveis,incabíveis, e decidiram pôr um fim no sonho de eternizar aquele instante em que tudo parecia fazer sentido, as estrelas estavam próximas, em que nasceram um para o outro e morreriam grudados, na alegria e na doença.
Aquelas que já passaram por um ou dois casamentos e mergulharam no tombo da separação, em que a decepção troca de lugar com o amor, e o futuro vira pó.
Eu não aguento mais replicar:
“Se o amor nos enlouquece, imagine a loucura que é ficar sem ele.”
Para aquelas que dizem não acreditar mais no amor,
proponho então experimentarem outros e apostarem nesse bilhete só de ida.
Uma noite de prazer acaba.
Um banquete acaba.
Uma viagem inesquecível acaba.
O fim de semana na ilha paradisíaca, um campeonato, o dia, o ano, o gozo, um livro, um disco, um banho de banheira acabam.
Não por isso, evitamos outros.
Ah, foi o dia internacional delas, que amamos tanto, que nos deram à luz, intuição, formas alternativas de pensar, mostraram detalhes que passavam despercebidos, exigiram atenção, dedicação, carinho, nos fizeram ser românticos, abafar a vergonha e nos inspiraram música, poesia, até guerras.
Mas sua descrença com os novos tempos e o velho homem nos deixa desesperados, órfãos.
Nostradomus previu isso?
Está escrito nos céus?
Se vocês mulheres não acreditam mais, quem acreditará?
Lembrem-se de Nietzsche, que nos últimos dias numa vila italiana, com o calor na pele, viu alegria no niilismo e esperança no desamparo:
“Cada passo mínimo dado no campo do pensamento livre, da vida moldada no seu formato pessoal, foi desde sempre conquistado com martírios espirituais ou corporais.”
Trégua.
Que venham os clichês.
Cá está o ombro para o choro da mudança de humor inexplicável e inesperada.
Quer que eu apague a luz na enxaqueca?
Explico com toda a paciência a regra do impedimento, quem joga contra quem, e o que significa aquele quadro no alto da tela, em que três letras, COR, vencem por 2 X 1 as três letras PAL.
Fique na cama na TPM.
Trarei uma bolsa de água quente e o jantar.
Sim, vamos comprar sapatos.
Eu espero.
Levo um livro, enquanto você experimenta a loja.
Adorei a cor do esmalte, o corte do cabelo.
Batom vermelho te deixa mais bonita.
Não, a calcinha não está marcando.
Ah, põe o tubinho preto, se bem que gosto quando você coloca aquele vestidinho colorido.
Não, o sutiã não está aparecendo.
Eu ligo para o despachante, faço um rodízio nos pneus, troco a bateria, reconfiguro seu computador, mando lavar o tapete, o forro do sofá, também adoro ele com almofadas indianas em cima.
Cuido de você na velhice,
não te trocarei por uma adolescente que cheira a tutti frutti,
nem pela secretária vulgar da firma,
amarei a sua pele um pouco mais flácida,
seus seios naturalmente instáveis,
seu corpo maduro,
seus joelhos frágeis.
E tomaremos vinho tinto todas as noites.
Prefere branco?
Que celulite?
Porém a maioria de vocês conhece agora as teclas atalhos,
a pressão nos pneus,
sabem chamar o seguro, para uma pane elétrica,
e que carrinho por trás dá cartão vermelho.
Tornam-se independentes.
Pesquisa da Serasa Experian até mostrou que as mulheres são a maioria entre os mais ricos do País- segundo o estudo, cerca de 4,9 milhões de mulheres e 4,7 milhões de homens participam do grupo dos mais prósperos do Brasil, as classes A e B, e que as mulheres “ricas” somam cerca de 1 milhão, e 611 mil mulheres são executivas bem-sucedidas.
Foi uma semana cheia de dados e números sobre elas, vocês.
E nós.
Último censo do IBGE: o número de divórcios triplicou,
enquanto o de casamentos formais, de papel passado, caiu 12%.
O amor se tornou líquido, não é, Zygmunt Bauman?
“Se hoje vivemos em redes virtuais, que aproximam e afastam as pessoas, somos capazes de manter laços fortes e relações verticais?”, pergunta.
Eu entendi, deixamos de preservar o passado e começamos a viver um presente perpétuo,
a era do hedonismo e consumo desenfreado, vazio difícil de saciar.
Desistimos da sede pelo amor?
Não, mulher não é o apêndice do homem,
mas a fonte original da vida e a nossa razão de ser.
Não nos deixem desamparados.
E aprendam com as nossas fraquezas e com todos os erros.
Amar ainda é a única maneira de convivermos com a sua delicadeza e alimentar nossa vocação de proteger e cuidar.
Não façam do homem uma noite sem vento,
um mundo sem gravidade.
Parecemos tolos e infantis, controladores e insensíveis.
Mas as amamos tanto…
Acaba mesmo?
Comece outro.
Antes que a amargura substitua o brilho dos seus olhos.
E a pieguice, a rima e as metáforas sejam extintas.
+++Revelado o segredo da incrível e comentada cena do estádio [um plano sequência] do filme O SEGREDO DOS SEUS OLHOS, Oscar de Filme Estrangeiro de 2010.
Não aguento mais ouvir uma voz feminina afirmar com amargura e rancor que não quer mais se casar. As muitas seguidoras de Paulo Mendes Campos acreditam que, se o amor acaba, para que começar outro.
São aquelas que se casaram de branco, no dia mais feliz de suas vidas, apaixonadas e entregues, mas que depois enfrentaram a ira de um ciumento, as neuras de um obcecado, as fraquezas de um viciado, se envolveram com famílias alheias intolerantes, conheceram a frigidez na rotina, a traição injusta seguida pelas mentiras horriveis,incabíveis, e decidiram pôr um fim no sonho de eternizar aquele instante em que tudo parecia fazer sentido, as estrelas estavam próximas, em que nasceram um para o outro e morreriam grudados, na alegria e na doença.
Aquelas que já passaram por um ou dois casamentos e mergulharam no tombo da separação, em que a decepção troca de lugar com o amor, e o futuro vira pó.
Eu não aguento mais replicar:
“Se o amor nos enlouquece, imagine a loucura que é ficar sem ele.”
Para aquelas que dizem não acreditar mais no amor,
proponho então experimentarem outros e apostarem nesse bilhete só de ida.
Uma noite de prazer acaba.
Um banquete acaba.
Uma viagem inesquecível acaba.
O fim de semana na ilha paradisíaca, um campeonato, o dia, o ano, o gozo, um livro, um disco, um banho de banheira acabam.
Não por isso, evitamos outros.
Ah, foi o dia internacional delas, que amamos tanto, que nos deram à luz, intuição, formas alternativas de pensar, mostraram detalhes que passavam despercebidos, exigiram atenção, dedicação, carinho, nos fizeram ser românticos, abafar a vergonha e nos inspiraram música, poesia, até guerras.
Mas sua descrença com os novos tempos e o velho homem nos deixa desesperados, órfãos.
Nostradomus previu isso?
Está escrito nos céus?
Se vocês mulheres não acreditam mais, quem acreditará?
Lembrem-se de Nietzsche, que nos últimos dias numa vila italiana, com o calor na pele, viu alegria no niilismo e esperança no desamparo:
“Cada passo mínimo dado no campo do pensamento livre, da vida moldada no seu formato pessoal, foi desde sempre conquistado com martírios espirituais ou corporais.”
Trégua.
Que venham os clichês.
Cá está o ombro para o choro da mudança de humor inexplicável e inesperada.
Quer que eu apague a luz na enxaqueca?
Explico com toda a paciência a regra do impedimento, quem joga contra quem, e o que significa aquele quadro no alto da tela, em que três letras, COR, vencem por 2 X 1 as três letras PAL.
Fique na cama na TPM.
Trarei uma bolsa de água quente e o jantar.
Sim, vamos comprar sapatos.
Eu espero.
Levo um livro, enquanto você experimenta a loja.
Adorei a cor do esmalte, o corte do cabelo.
Batom vermelho te deixa mais bonita.
Não, a calcinha não está marcando.
Ah, põe o tubinho preto, se bem que gosto quando você coloca aquele vestidinho colorido.
Não, o sutiã não está aparecendo.
Eu ligo para o despachante, faço um rodízio nos pneus, troco a bateria, reconfiguro seu computador, mando lavar o tapete, o forro do sofá, também adoro ele com almofadas indianas em cima.
Cuido de você na velhice,
não te trocarei por uma adolescente que cheira a tutti frutti,
nem pela secretária vulgar da firma,
amarei a sua pele um pouco mais flácida,
seus seios naturalmente instáveis,
seu corpo maduro,
seus joelhos frágeis.
E tomaremos vinho tinto todas as noites.
Prefere branco?
Que celulite?
Porém a maioria de vocês conhece agora as teclas atalhos,
a pressão nos pneus,
sabem chamar o seguro, para uma pane elétrica,
e que carrinho por trás dá cartão vermelho.
Tornam-se independentes.
Pesquisa da Serasa Experian até mostrou que as mulheres são a maioria entre os mais ricos do País- segundo o estudo, cerca de 4,9 milhões de mulheres e 4,7 milhões de homens participam do grupo dos mais prósperos do Brasil, as classes A e B, e que as mulheres “ricas” somam cerca de 1 milhão, e 611 mil mulheres são executivas bem-sucedidas.
Foi uma semana cheia de dados e números sobre elas, vocês.
E nós.
Último censo do IBGE: o número de divórcios triplicou,
enquanto o de casamentos formais, de papel passado, caiu 12%.
O amor se tornou líquido, não é, Zygmunt Bauman?
“Se hoje vivemos em redes virtuais, que aproximam e afastam as pessoas, somos capazes de manter laços fortes e relações verticais?”, pergunta.
Eu entendi, deixamos de preservar o passado e começamos a viver um presente perpétuo,
a era do hedonismo e consumo desenfreado, vazio difícil de saciar.
Desistimos da sede pelo amor?
Não, mulher não é o apêndice do homem,
mas a fonte original da vida e a nossa razão de ser.
Não nos deixem desamparados.
E aprendam com as nossas fraquezas e com todos os erros.
Amar ainda é a única maneira de convivermos com a sua delicadeza e alimentar nossa vocação de proteger e cuidar.
Não façam do homem uma noite sem vento,
um mundo sem gravidade.
Parecemos tolos e infantis, controladores e insensíveis.
Mas as amamos tanto…
Acaba mesmo?
Comece outro.
Antes que a amargura substitua o brilho dos seus olhos.
E a pieguice, a rima e as metáforas sejam extintas.
+++Revelado o segredo da incrível e comentada cena do estádio [um plano sequência] do filme O SEGREDO DOS SEUS OLHOS, Oscar de Filme Estrangeiro de 2010.
sábado, 3 de abril de 2010
PARA MUITOS HOMENS...
Sinto muito mas não vou medir palavras
Não se assuste com as verdades que eu disser
Quem não percebeu a dor do meu silêncio
Não conhece o coração de uma mulher
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Quem começa um caminho pelo fim
Perde a glória do aplauso na chegada
Como pode alguém querer cuidar de mim
Se de afeto esse alguém não entende nada
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Não foi esse o mundo que você me prometeu
Que mundo tão sem graça
Mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar
Maquiar antigas falhas
Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas
Migalhas
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Sinto muito mas não vou medir palavras
Sinto muito.
Trilha sonora da Novela Viver a vida.
Não se assuste com as verdades que eu disser
Quem não percebeu a dor do meu silêncio
Não conhece o coração de uma mulher
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Quem começa um caminho pelo fim
Perde a glória do aplauso na chegada
Como pode alguém querer cuidar de mim
Se de afeto esse alguém não entende nada
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Não foi esse o mundo que você me prometeu
Que mundo tão sem graça
Mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar
Maquiar antigas falhas
Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas
Migalhas
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Sinto muito mas não vou medir palavras
Sinto muito.
Trilha sonora da Novela Viver a vida.
E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás de escolher,
não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera.
Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo,
e sem deixares que nada te distraia,
espera e volta a esperar.
Fica quieto, em silêncio, e ouve o teu coração.
Quando ele te falar, levanta-te, e vai... vai onde ele te levar.
não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera.
Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo,
e sem deixares que nada te distraia,
espera e volta a esperar.
Fica quieto, em silêncio, e ouve o teu coração.
Quando ele te falar, levanta-te, e vai... vai onde ele te levar.
SAUDADES DE MIM.
Sim.
Sinto saudades de mim.
E da criança que ainda mora aqui dentro.
Hoje mais assustada e temerosa de mostrar-se.
Talvez sem sentir espaço pra si.
Sufocada e angustiada pela pressa e pelas pressões.
Condicionada pelos padrões.
Acomodada pelas rotinas.
Envolvida por múltiplas tarefas.
Mas que saudades de banho de chuva,
Bater uma bola no campinho.
Caçar passarinho.
Tomar banho de rio.
Saudades de não saber
Saudades de só viver.
Saudades de rir e chorar por pouca coisa.
Saudades de pouca razão.
Saudades de viver só de imaginação.
Juarez A Motyczka
Sinto saudades de mim.
E da criança que ainda mora aqui dentro.
Hoje mais assustada e temerosa de mostrar-se.
Talvez sem sentir espaço pra si.
Sufocada e angustiada pela pressa e pelas pressões.
Condicionada pelos padrões.
Acomodada pelas rotinas.
Envolvida por múltiplas tarefas.
Mas que saudades de banho de chuva,
Bater uma bola no campinho.
Caçar passarinho.
Tomar banho de rio.
Saudades de não saber
Saudades de só viver.
Saudades de rir e chorar por pouca coisa.
Saudades de pouca razão.
Saudades de viver só de imaginação.
Juarez A Motyczka
quarta-feira, 31 de março de 2010
O Bem Maior
Não EXISTE Bem Maior do Que Fazer A Felicidade de Alguém.
Nem nada Menos caro, Nem Mais Fácil,
POIs Que A Felicidade É algo Que se oferecer PoDE
em gestos, e atenções.
Se olhamos à Nossa Volta, Percebemos
Que uma carência humana Está no Fato das Pessoas
OS perdido Terem Valores imateriais dos materiais um favor.
Compra-se quase em Tudo Nossos dias ...
Mas o Compra Ninguém MEC.
Compra-se Até Companhia, Mas não um Sinceridade.
Compra-se Conforto, Mas não uma paz de Espírito,
Não uma tranqüilidade, menos ainda uma Felicidade.
ESTA oferece uma gente.
HA Uma Grande Diferença Entre o dar oferecer igualdade de oportunidades.
damos Quando, estendemos uma Mão,
tras oferecemos ...
é nosso Coração Que entregamos Junto,
e Um pedacinho de Nós Que vai Caminhando
NA Direção do Outro
Bem EO Que Ele retorna provocação AO interior nosso.
Tornamos Pessoas Felizes QUANDO mesmos damos de nos.
E damos de QUANDO NÓS oferecemos
O Que Quer Que Seja, de Coração escancarado.
O grande mal do Mundo Consiste nenhum Fato das Pessoas
guardarem si Coisas para.
Bens Guardam, sentimentos guardam,
DECLARAÇÕES guardam, guardam ressentimentos,
Falam OU Calam Hora errada na.
Vivem de aparências
COM como gavetas repletas da alma de Coisas inúteis.
E QUANDO morrem, tornam-se Pó, Como todo Mundo,
sem ter aproveitado o compartilhar n º tempo,
com honestidade, Que o Bem a Vida lhes ofereceu.
A Maior Herança Que Podemos deixar à Humanidade
E o Amor Que oferecemos de Várias formas,
São as Pequenas felicidades do dia-a-dia
Que vamos distribuindo Aqui e acolá,
A compreensão Que acalma como almas inquietas
e uma ternura Que abranda OS Desengaños da Vida.
E o Que representatividade A Felicidade Hoje
Não PoDE representar Amanhã.
Por isso Ela é Tão múltipla,
Tão Tão incompreendida e necessaria.
Por isso É Tão Importante distribuir sorrisos,
plantar flores, Fazer visitas, dar bom dia e Boa noite,
Não se Esquecer dos abraços e dos te amo
imprescindíveis AO Coração.
Letícia Thompson
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