DE LEONE PARA LEONE
"Olhe, não fique assim não, vai passar.
Eu sei que dói.
É horrível.
Eu sei que parece que você não vai agüentar, mas agüenta. Sei que parece que vai explodir, mas não explode.
Sei que dá vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo porque dentro da gente, nesse momento, não é um bom lugar para se estar.
(Fernando Pessoa escreveu, num momento parecido:
"hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu")
Dor é assim mesmo, arde, depois passa.
Que bom.
Aliás, a vida é assim: arde, depois passa.
Que pena.
A gente acha que não vai agüentar, mas agüenta:
são as dores da vida.
Pense assim:
agora tá insuportável,
agora você queria abrir o zíper, sair do corpo,
encarnar numa samambaia,
virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa.
Mas agora já passou.
Agora já é dez segundos depois da frase passada.
Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás.
Você acha que não porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia.
Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista,
dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já tá lá longe.
A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga,
essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada,
isso tudo - é difícil de acreditar, eu sei -
vai virar só uma memória,
um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias.
Levante-se daí, vá tomar um picolé,
ler uma revista,
dar um pulo no mar.
Quando você for ver, passou.
Agora não dá mesmo pra ser feliz.
É impossível.
Mas quem disse que a gente deve ser feliz sempre?
Isso é bobagem.
Como cantou Vinícius:
"É melhor viver do que ser feliz".
Porque pra viver de verdade a gente tem que quebrar a cara.
Tem que tentar e não conseguir.
Achar que vai dar e ver que não deu.
Querer muito e não alcançar nada.
Ter e perder.
Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível,
mas que tem que ser dita.
Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível,
que tem que ser ouvida.
A vida é incontornável.
A gente perde,
leva porrada,
é passado pra trás,
cai.
Dói,ai,eu sei como dói.
Mas passa.
Tá vendo a felicidade ali na frente?
Não, você não tá vendo,
porque tem uma montanha de dor na frente.
Continue andando.
Você vai subir,
vai sentir frio lá em cima,
cansaço.
Vai querer desistir,
mas não vai desistir,
porque você é forte
e porque depois do topo a montanha,
começa a diminuir
e o unico jeito de deixá-la pra trás é continuar andando.
Você vai ser feliz.
Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto agulha?
Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que tô falando a verdade.
Eu não minto.
Vai passar."
Antônio Prata.
domingo, 11 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Faço parte da vida daqueles que tem amigos,
pois ter amigos é ser Feliz.
Faço parte da vida daqueles que vivem
cercados por pessoas como você,
pois viver assim é ser Feliz!
Faço parte da vida daqueles
que acreditam que ontem é passado,
amanhã é futuro e hoje é uma dádiva,
por isso chamado presente.
Faço parte da vida
daqueles que acreditam na força do Amor,
que acreditam que para uma história bonita,
não há ponto final.
Eu sou casada sabiam?
Sou casada com
o Tempo.
Ah! O meu marido é lindo!
Ele é responsável pela resolução,
de todos os meus problemas.
Ele reconstrói corações,
ele cura machucados,
ele vence a Tristeza...
Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos:
a Amizade, a Sabedoria, e o Amor.
A Amizade é a filha mais velha.
Uma menina linda, sincera, alegre.
A Amizade brilha como o sol.
A Amizade une pessoas,
pretende nunca ferir,
sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria, culta, íntegra,
sempre foi mais apegada ao Pai,
o Tempo.
A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O caçula é o Amor.
Ah! como esse me dá trabalho!
É teimoso, às vezes só quer morar em um lugar...
Eu vivo dizendo:
Amor, você foi feito para morar em dois corações,
não em apenas um.
O Amor é complexo, mas é lindo,
muito lindo!
Quando ele começa a fazer estragos,
eu chamo logo o pai dele,
o Tempo, e aí o Tempo
sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!
Uma pessoa muito importante
me ensinou uma coisa: Tudo no final sempre
dá certo, se ainda, não deu,
é porque não chegou o final.
Por isso, acredite sempre na minha família.
Acredite no Tempo, na Amizade,
na Sabedoria e, principalmente no Amor.
Aí, com certeza um dia,
eu, a Felicidade,
baterei à sua porta !!!
Tenha Tempo para os Sonhos.
Eles conduzem sua carruagem
para as Estrelas.!!!
Priscila Camelier de Assis Cardoso).
DE JÉSSICA PARA
MAINHA LEONE
DE TODO AMOR QUE EU TENHO,
METADE, FOI TU QUE ME DEU.
TIRANDO MINHA ALMA DA VIDA,
SORRINDO E FAZENDO O MEU EU;
SE QUERES PARTIR, IR EMBORA,
ME OLHE DE ONDE ESTIVER...
QUE EU VOU LHE MOSTRAR QUE ESTOU PRONTA,
ME COLHA MADURA NO PÉ.
SALVE, SALVE ESSA NEGA,
QUE AXÉ ELA TEM...
TE CARREGO NO COLO E TE DOU MINHA MÃO.
MINHA VIDA, DEPENDE SÓ DO TEU ENCANTO,
SE ELA PODE IR TRANQUILA,
TEU REBANHO ESTÁ PRONTO...
AH! MEU PAI DO CÉU,
LIMPE TUDO AÍ,
VAI CHEGAR A RAINHA, PRECISANDO DORMIR.
QUANDO ELA CHEGAR,
TU ME FAÇA UM FAVOR:
DÊ UM MANTO A ELA,
QUE ELA ME TENHA AONDE EU FOR.
O FARDO PESADO QUE LEVAS,
DISAGUA NA FORÇA DO AMOR,
TEU LAR, É NO REINO DIVINO,
LIMPINHO, CHEIRANDO ALECRIM.
AH MEU PAI DO CÉU,
LIMPE TUDO AÍ,
VAI CHEGAR A RAINHA PRECISANDO DORMIR,
QUANDO ELA CHEGAR TU ME FAÇA UM FAVOR:
DÊ UM MANTO A ELA,
QUE ELA ME TENHA, AONDE EU FOR.
MAINHA LEONE
DE TODO AMOR QUE EU TENHO,
METADE, FOI TU QUE ME DEU.
TIRANDO MINHA ALMA DA VIDA,
SORRINDO E FAZENDO O MEU EU;
SE QUERES PARTIR, IR EMBORA,
ME OLHE DE ONDE ESTIVER...
QUE EU VOU LHE MOSTRAR QUE ESTOU PRONTA,
ME COLHA MADURA NO PÉ.
SALVE, SALVE ESSA NEGA,
QUE AXÉ ELA TEM...
TE CARREGO NO COLO E TE DOU MINHA MÃO.
MINHA VIDA, DEPENDE SÓ DO TEU ENCANTO,
SE ELA PODE IR TRANQUILA,
TEU REBANHO ESTÁ PRONTO...
AH! MEU PAI DO CÉU,
LIMPE TUDO AÍ,
VAI CHEGAR A RAINHA, PRECISANDO DORMIR.
QUANDO ELA CHEGAR,
TU ME FAÇA UM FAVOR:
DÊ UM MANTO A ELA,
QUE ELA ME TENHA AONDE EU FOR.
O FARDO PESADO QUE LEVAS,
DISAGUA NA FORÇA DO AMOR,
TEU LAR, É NO REINO DIVINO,
LIMPINHO, CHEIRANDO ALECRIM.
AH MEU PAI DO CÉU,
LIMPE TUDO AÍ,
VAI CHEGAR A RAINHA PRECISANDO DORMIR,
QUANDO ELA CHEGAR TU ME FAÇA UM FAVOR:
DÊ UM MANTO A ELA,
QUE ELA ME TENHA, AONDE EU FOR.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
PARA HANNAH E MINHAS IRMÃS...
Desejo ajudar...
"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador.
Não é esse o meu ofício.
Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.
Gostaria de ajudar, se possível, judeus, gentios, negros, brancos...
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.
Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo,
não para seu infortúnio.
Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros?
Neste mundo há espaço para todos.
A terra que é boa e rica,
pode prover a todas as necessidades.
O Caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma das pessoas...
Levantou no mundo as muralhas do ódio
e tem-nos feito marchar a passo de ganso
para a miséria e a morte.
Criamos a época da velocidade,
mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina que produz abundância,
tem-nos deixado em penúrias.
Nossos conhecimentos fazem-nos céticos;
nossa inteligência em pessoas duras e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas feições a vida será de violência
e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximam-nos muito mais.
A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade da pessoa humana,
um apelo à fraternidade universal,
à união de todos nós.
Neste mesmo instante
minha voz...
chega a milhões de pessoas por este mundo afora.
Milhões de desesperados,
homens e mulheres, criancinhas,
vítimas de um sistemas que tortura seres humanos
e encarcera inocentes.
Aos que me podem ouvir, eu digo:
"Não se desesperem!"
A desgraça que tem caído sobre nós não é mais produto da cobiça em agonia,
da amargura de pessoas que temem o avanço do processo humano.
As pessoas que odeiam desaparecerão.
Os ditadores sucumbirão
e o poder que do povo foi roubado há de retornar ao povo.
E assim, enquanto morrem pessoas,
a liberdade nunca perecerá.
Companheiros, não vos entregueis a seres humanos brutais que vos desprezam,
que vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas,
que ditam os vossos atos,
as vossas idéias, os vossos sentimentos!
Que vos fazem marchar no mesmo passo,
que vos submetem a uma alimentação regrada,
que vos tratam como um gado humano,
que vos utilizam como carne para canhão!
Não sois máquinas! Pessoas é que sois!
E, com amor da humanidade em vossas almas!
Não odieis!
Só odeiam os que não se fazem amar, os inumanos.
Companheiros, não batalheis pela escravidão!
Lutai pela liberdade!
No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro de vós todos!
Vós, o povo, tendes o poder
- o poder de criar máquinas.
O poder de criar felicidade!
Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela...
e fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto, em nome da democracia,
usemos deste poder, unamo-nos todos nós.
Lutemos por um mundo novo...
um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê fruto à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder.
Mas, só mistificam!
Não cumprem o que prometem.
Jamais o cumprirão!
Os ditadores liberam-se,
porém, escravizam o povo.
Lutemos agora para libertar o mundo,
abater as fronteiras nacionais,
dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência.
Lutemos por um mundo de razão,
um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à aventura de todos nós.
Em nome da democracia, unamo-nos.
Hannah, estás me ouvindo?
Onde te encontres, levanta os olhos!
Vês, Hannah?
O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam!
Estamos saindo das trevas para a luz!
Vamos entrando num mundo novo.
Um mundo melhor,
em que as pessoas estarão acima da cobiça,
do ódio e da brutalidade.
Ergue os olhos, Hannah!
A alma das pessoas ganhou asas e afinal começa a voar.
Voar para o arco-íris,
para a luz da esperança.
Ergue os olhos Hannah!
Ergue os olhos!"
Charles Chaplin
Extraído do filme O Grande Ditador
Desejo ajudar...
"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador.
Não é esse o meu ofício.
Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.
Gostaria de ajudar, se possível, judeus, gentios, negros, brancos...
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.
Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo,
não para seu infortúnio.
Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros?
Neste mundo há espaço para todos.
A terra que é boa e rica,
pode prover a todas as necessidades.
O Caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma das pessoas...
Levantou no mundo as muralhas do ódio
e tem-nos feito marchar a passo de ganso
para a miséria e a morte.
Criamos a época da velocidade,
mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina que produz abundância,
tem-nos deixado em penúrias.
Nossos conhecimentos fazem-nos céticos;
nossa inteligência em pessoas duras e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas feições a vida será de violência
e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximam-nos muito mais.
A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade da pessoa humana,
um apelo à fraternidade universal,
à união de todos nós.
Neste mesmo instante
minha voz...
chega a milhões de pessoas por este mundo afora.
Milhões de desesperados,
homens e mulheres, criancinhas,
vítimas de um sistemas que tortura seres humanos
e encarcera inocentes.
Aos que me podem ouvir, eu digo:
"Não se desesperem!"
A desgraça que tem caído sobre nós não é mais produto da cobiça em agonia,
da amargura de pessoas que temem o avanço do processo humano.
As pessoas que odeiam desaparecerão.
Os ditadores sucumbirão
e o poder que do povo foi roubado há de retornar ao povo.
E assim, enquanto morrem pessoas,
a liberdade nunca perecerá.
Companheiros, não vos entregueis a seres humanos brutais que vos desprezam,
que vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas,
que ditam os vossos atos,
as vossas idéias, os vossos sentimentos!
Que vos fazem marchar no mesmo passo,
que vos submetem a uma alimentação regrada,
que vos tratam como um gado humano,
que vos utilizam como carne para canhão!
Não sois máquinas! Pessoas é que sois!
E, com amor da humanidade em vossas almas!
Não odieis!
Só odeiam os que não se fazem amar, os inumanos.
Companheiros, não batalheis pela escravidão!
Lutai pela liberdade!
No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro de vós todos!
Vós, o povo, tendes o poder
- o poder de criar máquinas.
O poder de criar felicidade!
Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela...
e fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto, em nome da democracia,
usemos deste poder, unamo-nos todos nós.
Lutemos por um mundo novo...
um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê fruto à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder.
Mas, só mistificam!
Não cumprem o que prometem.
Jamais o cumprirão!
Os ditadores liberam-se,
porém, escravizam o povo.
Lutemos agora para libertar o mundo,
abater as fronteiras nacionais,
dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência.
Lutemos por um mundo de razão,
um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à aventura de todos nós.
Em nome da democracia, unamo-nos.
Hannah, estás me ouvindo?
Onde te encontres, levanta os olhos!
Vês, Hannah?
O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam!
Estamos saindo das trevas para a luz!
Vamos entrando num mundo novo.
Um mundo melhor,
em que as pessoas estarão acima da cobiça,
do ódio e da brutalidade.
Ergue os olhos, Hannah!
A alma das pessoas ganhou asas e afinal começa a voar.
Voar para o arco-íris,
para a luz da esperança.
Ergue os olhos Hannah!
Ergue os olhos!"
Charles Chaplin
Extraído do filme O Grande Ditador
domingo, 4 de julho de 2010
Despedida...

Despedida...
"Se, por um instante ,Deus se
esquecesse de que sou uma marionete
de trapo e me presenteasse com um
pedaço de vida,possivelmente não diria
tudo o que penso,mas ,certamente pensaria
tudo o que digo.
Daria valor às coisas,não pelo o que valem,
mas pelo que significam.
Dormiria pouco,sonharia mais, pois sei que
a cada minuto que fechamos os olhos,
perdemos sessenta segundos de luz.
Andaria quando os demais parassem,
acordaria quando os outros dormem.
Escutaria quando os outros falassem
e gozaria um bom sorvete de chocolate.
Se Deus me presenteasse com um pedaço
de vida vestiria simplesmente , me
jogaria de bruços no solo,deixando
a descoberto não apenas meu corpo,
como minha alma.
Deus meu, se eu tivesse um coração,
escreveria meu ódio sobre o gelo e
esperaria que o sol saisse.
Pintaria com um sonho de Van Gogh
sobre estrelas um poema de Mário
Benedetti e uma canção de Serrat
seria a serenata que ofereceria à Lua.
Regaria as rosas com minhas lágrimas
para sentir a dor dos espinhos e o
encarnado beijo de suas pétalas.
Deus meu, se eu tivesse um pedaço
de vida!...
Não deixaria passar um só dia sem
dizer às gentes- te amo, te amo.
Convenceria cada mulher e cada homem
que são os meus favoritos e viveria
enamorado do amor.
Aos homens, lhes provaria como estão
enganados ao pensar que deixam de se
apaixonar quando envelhecem, sem saber
que envelhecem quando deixam de se
apaixonar.
A uma criança,lhe daria asas,mas
deixaria que aprendesse a voar sozinha.
Aos velhos ensinaria que a morte não
chega com a velhice, mas com o
esquecimento.
Tantas coisas aprendí com vocês,
os homens...
Aprendí que todo mundo quer viver no
cimo da montanha,sem saber que a
verdadeira felicidade está na forma
de subir a escarpa.
Aprendí que quando um recém-nascido
aperta com sua pequena mão pela
primeira vez o dedo do pai,
o tem prisioneiro para sempre.
Aprendí que um homem só tem o direito
de olhar um outro de cima para baixo
para ajudá-lo a levantar-se.
São tantas as coisas que pude aprender
com vocês,mas,finalmente não poderão
servir muito porque quando me olharem
dentro dessa maleta,infelizmente
estarei morrendo "
GABRIEL GARCIA MARQUEZ
Avante!!!
Com o tempo...
Você aprende que estar com alguém só porque esse alguém lhe oferece um bom futuro, significa que mais cedo ou mais tarde você irá querer voltar ao passado...
Com o tempo...
Você se dará conta que casar só porque “está sozinho(a)”, é uma clara advertência de que o seu matrimônio será um fracasso...
Com o tempo...
Você compreende que só quem é capaz de lhe amar com os seus defeitos, sem pretender mudar-lhe, é que pode lhe dar toda a felicidade que deseja...
Com o tempo...
Você se dará conta de que se você está ao lado de uma pessoa só para não ficar sozinho(a), com certeza uma hora você vai desejar não voltar a vê-la...
Com o tempo...
Você se dará conta de que os amigos verdadeiros valem mais do que qualquer montante de dinheiro...
Com o tempo...
Você entende que os verdadeiros amigos se contam nos dedos, e que aquele que não luta para os ter, mais cedo ou mais tarde se verá rodeado
unicamente de amizades falsas...
Com o tempo...
Você aprende que as palavras ditas num momento de raiva, podem continuar a magoar a quem você disse, durante toda a vida...
Com o tempo...
Você aprende que desculpar todos o fazem, mas perdoar, só as almas grandes o conseguem...
Com o tempo...
Você compreende que se você feriu muito um amigo, provavelmente a amizade jamais será a mesma...
Com o tempo...
Você se dá conta de que cada experiência vivida com cada pessoa, é irrepetível...
Com o tempo...
Você se dá conta de que aquele que humilha ou despreza um ser humano,
mais cedo ou mais tarde sofrerá as mesmas humilhações e desprezos,
só que multiplicados...
Com o tempo...
Você aprende a construir todos os seus caminhos hoje, porque o terreno de amanhã é demasiado incerto para fazer planos...
Com o tempo...
Você compreende que apressar as coisas ou forçá-las para que aconteçam, fará com que no final não sejam como você esperava...
Com o tempo...
Você se dará conta de que, na realidade, o melhor não era o futuro,
mas sim o momento que estava vivendo naquele instante...
Com o tempo...
Você aprende que tentar perdoar ou pedir perdão,
dizer que ama,
dizer que sente falta,
dizer que precisa,
dizer que quer ser amigo...
...junto de um caixão...
...deixa de fazer sentido...
Por isso, recorde sempre estas palavras:
O homem torna-se velho muito rápido
e sábio demasiado tarde.
Exatamente quando:
JÁ NÃO HÁ TEMPO!
desconhecido
Você aprende que estar com alguém só porque esse alguém lhe oferece um bom futuro, significa que mais cedo ou mais tarde você irá querer voltar ao passado...
Com o tempo...
Você se dará conta que casar só porque “está sozinho(a)”, é uma clara advertência de que o seu matrimônio será um fracasso...
Com o tempo...
Você compreende que só quem é capaz de lhe amar com os seus defeitos, sem pretender mudar-lhe, é que pode lhe dar toda a felicidade que deseja...
Com o tempo...
Você se dará conta de que se você está ao lado de uma pessoa só para não ficar sozinho(a), com certeza uma hora você vai desejar não voltar a vê-la...
Com o tempo...
Você se dará conta de que os amigos verdadeiros valem mais do que qualquer montante de dinheiro...
Com o tempo...
Você entende que os verdadeiros amigos se contam nos dedos, e que aquele que não luta para os ter, mais cedo ou mais tarde se verá rodeado
unicamente de amizades falsas...
Com o tempo...
Você aprende que as palavras ditas num momento de raiva, podem continuar a magoar a quem você disse, durante toda a vida...
Com o tempo...
Você aprende que desculpar todos o fazem, mas perdoar, só as almas grandes o conseguem...
Com o tempo...
Você compreende que se você feriu muito um amigo, provavelmente a amizade jamais será a mesma...
Com o tempo...
Você se dá conta de que cada experiência vivida com cada pessoa, é irrepetível...
Com o tempo...
Você se dá conta de que aquele que humilha ou despreza um ser humano,
mais cedo ou mais tarde sofrerá as mesmas humilhações e desprezos,
só que multiplicados...
Com o tempo...
Você aprende a construir todos os seus caminhos hoje, porque o terreno de amanhã é demasiado incerto para fazer planos...
Com o tempo...
Você compreende que apressar as coisas ou forçá-las para que aconteçam, fará com que no final não sejam como você esperava...
Com o tempo...
Você se dará conta de que, na realidade, o melhor não era o futuro,
mas sim o momento que estava vivendo naquele instante...
Com o tempo...
Você aprende que tentar perdoar ou pedir perdão,
dizer que ama,
dizer que sente falta,
dizer que precisa,
dizer que quer ser amigo...
...junto de um caixão...
...deixa de fazer sentido...
Por isso, recorde sempre estas palavras:
O homem torna-se velho muito rápido
e sábio demasiado tarde.
Exatamente quando:
JÁ NÃO HÁ TEMPO!
desconhecido
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O ARQUIVO SECRETO
“No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala.
Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões.
Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.
Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi
“Garotas de quem eu gostei”.
Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.
De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava.
Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar.
Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo.
Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias.
Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando.
O arquivo intitulado
“Amigos” estava ao lado do arquivo
“Amigos que traí”.
Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura:
“Livros que li”,
“Mentiras que contei”,
“Conselhos que dei”,
“Piadas das quais ri”.
Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão:
“Coisas que gritei aos meus irmãos”.
Em outros não havia a menor graça:
“Coisas que fiz quando estava com raiva”,
“Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”.
Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava.
Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava.
E outras vezes, menos do que eu sonhava.
Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida.
Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!?
Mas cada cartão confirmava uma verdade.
Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.
Quando puxei o arquivo
“Músicas que escutei”,
vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo.
Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado.
Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado
“Pensamentos sensuais”.
Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo.
Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões.
Fiquei todo arrepiado com o conteúdo.
Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado.
Uma raiva animal tomou posse de mim.
Um pensamento tomou conta de mim:
“Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala!
Tenho que destruir tudo!”
Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito.
O tamanho do arquivo não importava.
Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo.
Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los.
Não consegui.
Peguei um.
Era duro como aço quando tentei rasgá-lo.
Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.
Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado.
A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”
Puxei o arquivo –
5 centímetros de comprimento.
Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão.
Aí, então, as lágrimas vieram.
Comecei a chorar.
Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo.
Caí de joelhos e chorei mais e mais.
Chorei de vergonha, de pura vergonha.
A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei:
“Ninguém pode entrar aqui.
Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”
Quando enxugava as lágrimas eu O vi.
Não!
Ele não!
Não aqui!
Todo mundo, menos Jesus!
Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos.
Eu não podia ver a Sua reação.
Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha.
E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos.
E Ele tinha que ler cartão por cartão?
Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava.
Olhou-me com dó em Seus olhos.
Não havia nenhuma raiva.
Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos.
Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada.
Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas!
Mas não abriu a boca.
Simplesmente chorou comigo.
chorou muito.
Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos.
Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome.
E assim começou a fazer com todos os cartões.
Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei
“Não!” bem alto, correndo em Sua direção.
Tudo o que eu podia dizer era:
“Não!” “Não!”.
Seu nome não deveria estar nestes cartões.
Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico,
tão escuro e tão vívido.
O nome de Jesus cobriu o meu.
Estava escrito com Seu próprio sangue.
Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta,
Ele já estava ao meu lado.
Colocou a mão no meu ombro e disse:
“Está consumado.”
Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala.
Não existia fechadura na porta,
Ele então me disse:
Ainda existem muitos cartões a serem escritos…”
Texto extraído do livro “Eu Disse Adeus ao Namoro – Joshua Harris
“No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala.
Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões.
Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.
Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi
“Garotas de quem eu gostei”.
Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.
De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava.
Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar.
Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo.
Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias.
Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando.
O arquivo intitulado
“Amigos” estava ao lado do arquivo
“Amigos que traí”.
Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura:
“Livros que li”,
“Mentiras que contei”,
“Conselhos que dei”,
“Piadas das quais ri”.
Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão:
“Coisas que gritei aos meus irmãos”.
Em outros não havia a menor graça:
“Coisas que fiz quando estava com raiva”,
“Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”.
Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava.
Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava.
E outras vezes, menos do que eu sonhava.
Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida.
Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!?
Mas cada cartão confirmava uma verdade.
Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.
Quando puxei o arquivo
“Músicas que escutei”,
vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo.
Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado.
Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado
“Pensamentos sensuais”.
Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo.
Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões.
Fiquei todo arrepiado com o conteúdo.
Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado.
Uma raiva animal tomou posse de mim.
Um pensamento tomou conta de mim:
“Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala!
Tenho que destruir tudo!”
Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito.
O tamanho do arquivo não importava.
Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo.
Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los.
Não consegui.
Peguei um.
Era duro como aço quando tentei rasgá-lo.
Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.
Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado.
A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”
Puxei o arquivo –
5 centímetros de comprimento.
Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão.
Aí, então, as lágrimas vieram.
Comecei a chorar.
Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo.
Caí de joelhos e chorei mais e mais.
Chorei de vergonha, de pura vergonha.
A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei:
“Ninguém pode entrar aqui.
Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”
Quando enxugava as lágrimas eu O vi.
Não!
Ele não!
Não aqui!
Todo mundo, menos Jesus!
Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos.
Eu não podia ver a Sua reação.
Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha.
E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos.
E Ele tinha que ler cartão por cartão?
Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava.
Olhou-me com dó em Seus olhos.
Não havia nenhuma raiva.
Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos.
Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada.
Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas!
Mas não abriu a boca.
Simplesmente chorou comigo.
chorou muito.
Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos.
Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome.
E assim começou a fazer com todos os cartões.
Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei
“Não!” bem alto, correndo em Sua direção.
Tudo o que eu podia dizer era:
“Não!” “Não!”.
Seu nome não deveria estar nestes cartões.
Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico,
tão escuro e tão vívido.
O nome de Jesus cobriu o meu.
Estava escrito com Seu próprio sangue.
Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta,
Ele já estava ao meu lado.
Colocou a mão no meu ombro e disse:
“Está consumado.”
Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala.
Não existia fechadura na porta,
Ele então me disse:
Ainda existem muitos cartões a serem escritos…”
Texto extraído do livro “Eu Disse Adeus ao Namoro – Joshua Harris
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