NÃO JULGUES TEU IRMÃO
Amigo,
Examina o trabalho que desempenhas.
Analisa a própria conduta.
Observa os atos que te definem.
Vigia as palavras que proferes.
Aprimora os pensamentos que emites.
Pondera as responsabilidades que recebeste.
Aperfeiçoa os próprios sentimentos.
Relaciona as faltas em que, porventura, incorreste.
Arrola os pontos fracos da própria personalidade.
Inventaria os débitos em que te inseriste.
Sê o investigador de ti mesmo,
o defensor do próprio coração,
o guarda de tua mente.
Mas, se não deténs contigo a função do juiz,
chamado à cura das chagas sociais,
não julgues o irmão do caminho,
porque não existem dois problemas,
absolutamente iguais,
e cada espírito possui um campo de manifestações particulares.
Cada criatura tem o seu drama,
a sua aflição,
a sua dificuldade
e a sua dor.
Antes de julgar,
busca entender o próximo e compadece-te,
para que a tua palavra seja uma luz de fraternidade,
no incentivo do bem.
E, acima de tudo,
lembra-te de que amanhã,
outros olhos pousarão sobre ti,
assim como agora a tua visão se demora sobre os outros.
Então,
serás julgado pelos teus julgamentos e medido,
segundo as medidas que aplicas aos que te seguem.
ANDRÉ LUIZ
(De “Comandos do Amor”, de Francisco Cândido Xavier)
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
MUDE. ( EU ESTOU TENTANDO!)
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde,
mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas calmamente,
observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira pra passear livremente
na praia, ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma do outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV,
compre outros jornais...
leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia,
o novo lado, o novo método, o novo sabor,
o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida,
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas,
troque de carro, compre novos óculos,
escrevas outras poesias.
Jogue fora os velhos relógios,
quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros,
outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se que a vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um novo emprego,
uma nova ocupação, um trabalho mais light,
mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas.
Mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!"
Pedro Bial
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde,
mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas calmamente,
observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira pra passear livremente
na praia, ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma do outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV,
compre outros jornais...
leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia,
o novo lado, o novo método, o novo sabor,
o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida,
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas,
troque de carro, compre novos óculos,
escrevas outras poesias.
Jogue fora os velhos relógios,
quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros,
outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se que a vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um novo emprego,
uma nova ocupação, um trabalho mais light,
mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas.
Mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!"
Pedro Bial
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Me distrai,
fiquei desatento e nem vi o tempo passar...
minha mente formada por palavras vã...
mentiras penetram em mim
e me tornaram cheio de descrença.
Conheci verdades que acabaram tão prematuramente...
com meus sonhos de criança de mãos e mente limpas.
Quantas e quantas vezes minha coragem
foi corroída por um rio de sangue que corria em minhas veias...
sucumbi.
Me olhei no espelho secreto e não reconheci meus traços...
Olhando para trás me assusto em ver,
que deixei meu futuro esquecido em meu passado.
Minhas lembranças sepultaram minhas ilusões...
chorei sem conter as lágrimas da tristeza que a vida me reservou.
Deixei meus passos pela areia da praia,
pegadas banhadas de amargura...
que nem o vento nem a agua do mar conseguiram apagar.
soquei punhais..escalei montanhas...removi pedras
e conquistei o que para todos era impossível depois de tanta espera...
venci.
Vivo tanta saudade que me consome de dor ...
por conta desta passageira vida...
Já gritei meu ódio do horror ao júbilo
e calei em absoluto silêncio meu grito mais sentido.
Pronunciei palavras fúteis que o tempo gravou...
e quantas palavras densas vi dissiparem em segundos...
Sempre que tento ser eu mesmo não me alcanço,
quando tento fugir de mim
não escapo de minhas próprias mãos...
Mas uma esperança permanece neste corpo e alma...
meu outono chegara.
Olavo.
fiquei desatento e nem vi o tempo passar...
minha mente formada por palavras vã...
mentiras penetram em mim
e me tornaram cheio de descrença.
Conheci verdades que acabaram tão prematuramente...
com meus sonhos de criança de mãos e mente limpas.
Quantas e quantas vezes minha coragem
foi corroída por um rio de sangue que corria em minhas veias...
sucumbi.
Me olhei no espelho secreto e não reconheci meus traços...
Olhando para trás me assusto em ver,
que deixei meu futuro esquecido em meu passado.
Minhas lembranças sepultaram minhas ilusões...
chorei sem conter as lágrimas da tristeza que a vida me reservou.
Deixei meus passos pela areia da praia,
pegadas banhadas de amargura...
que nem o vento nem a agua do mar conseguiram apagar.
soquei punhais..escalei montanhas...removi pedras
e conquistei o que para todos era impossível depois de tanta espera...
venci.
Vivo tanta saudade que me consome de dor ...
por conta desta passageira vida...
Já gritei meu ódio do horror ao júbilo
e calei em absoluto silêncio meu grito mais sentido.
Pronunciei palavras fúteis que o tempo gravou...
e quantas palavras densas vi dissiparem em segundos...
Sempre que tento ser eu mesmo não me alcanço,
quando tento fugir de mim
não escapo de minhas próprias mãos...
Mas uma esperança permanece neste corpo e alma...
meu outono chegara.
Olavo.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
O FIM CHEGOU, DEIXO APENAS UM POEMA.
Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto
e nem o que sou...
Não sabem que passou,
um dia, a Dor
À minha porta e, nesse dia, entrou.
E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim,
e que me gelou.
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando
e por onde vou?!!!
Sinto os passos de Dor,
essa cadência
Que é já tortura infinda,
que já é demência!
Que é já vontade doida de gritar!
E é sempre a mesma mágoa,
o mesmo tédio,
A mesma angústia funda,
sem remédio,
Andando atrás de mim,
sem me largar!
Florbela Espanca
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante,
e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam...
e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!)
destruir recordações,
mudar de casa,
dar muitas coisas para orfanatos,
vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível,
do que está acontecendo em nosso coração...
e o desfazer-se de certas lembranças,
significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas,
portanto às vezes ganhamos
e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo,
não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio,
que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo,
é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou,
jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa
- nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil,
mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba,
mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta,
mude o disco,
limpe a casa,
sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te :
“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”
Fernando Pessoa.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante,
e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam...
e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!)
destruir recordações,
mudar de casa,
dar muitas coisas para orfanatos,
vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível,
do que está acontecendo em nosso coração...
e o desfazer-se de certas lembranças,
significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas,
portanto às vezes ganhamos
e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo,
não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio,
que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo,
é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou,
jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa
- nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil,
mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba,
mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta,
mude o disco,
limpe a casa,
sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te :
“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”
Fernando Pessoa.
AO MEU PAI E MINHA IRMÃ JÉSSICA,QUE VAI VOLTAR.
Conte aos quatro ventos os seus desejos,
espalhe-os como se fossem sementes,
adube-os com os seus sonhos e um dia,
eles retornarão em forma de realidade.
Seja otimista mesmo diante da negação, do que parece ser intransponível.
A maior barreira continua sendo o seu pensamento.
Cumprimente a todos igualmente, não faça distinção das pessoas, todos têm um dom especial e diferente, que poderá ser útil quando você menos espera.
Enquanto o amor não acontece,
abra seu coração para novas experiências,
ame mais o próximo, ame mais os familiares,
os animais, a natureza.
Se o amor já bateu na sua porta e anda meio apagado,
acenda a chama buscando nas suas memórias os pequenos gestos que um dia os aproximou.
Ao invés de cobrar, ofereça aquilo que deseja receber, assim o amor renasce e se fortalece.
Se por algum motivo, a solidão tomar posse das suas noites,
nada e desespero, aproveite para se conhecer melhor,
escreva as suas memórias,
planeje o seu futuro,
e durante o dia busque ser mais solidário.
Ore por alguém, seja por um familiar,
um amigo querido, ou se possível, por aquela pessoa que você não entende porque não gosta, ou aquela que tem algo contra você.
A melhor coisa da vida é ter alguém que ore por nós.
Plante uma árvore, seja na sua rua, num hotel fazenda, ou mesmo uma pequena planta na varanda do apartamento.
Árvores e plantas são mensageiras de Deus,
experimente conversar com elas.
Por fim, para que a vida se complete,
adote uma causa para lutar, seja a sua felicidade,
a defesa da natureza, dos animais,
dos órfãos, dos idosos, dos que têm doenças crônicas,
das vítimas da violência, ou qualquer outra boa causa,
assim você esquece dos seus problemas,
passa a ter a certeza que todos eles juntos são menores que um só dessas vítimas da crueldade do mundo que ainda não aprendeu que somos todos irmãos.
Ser feliz, simplesmente feliz, com o que você tem hoje,
com o que terás amanhã,
com a bagagem que trouxe do ontem.
Somos formados por pensamentos, atitudes e muitos, muitos sonhos.
espalhe-os como se fossem sementes,
adube-os com os seus sonhos e um dia,
eles retornarão em forma de realidade.
Seja otimista mesmo diante da negação, do que parece ser intransponível.
A maior barreira continua sendo o seu pensamento.
Cumprimente a todos igualmente, não faça distinção das pessoas, todos têm um dom especial e diferente, que poderá ser útil quando você menos espera.
Enquanto o amor não acontece,
abra seu coração para novas experiências,
ame mais o próximo, ame mais os familiares,
os animais, a natureza.
Se o amor já bateu na sua porta e anda meio apagado,
acenda a chama buscando nas suas memórias os pequenos gestos que um dia os aproximou.
Ao invés de cobrar, ofereça aquilo que deseja receber, assim o amor renasce e se fortalece.
Se por algum motivo, a solidão tomar posse das suas noites,
nada e desespero, aproveite para se conhecer melhor,
escreva as suas memórias,
planeje o seu futuro,
e durante o dia busque ser mais solidário.
Ore por alguém, seja por um familiar,
um amigo querido, ou se possível, por aquela pessoa que você não entende porque não gosta, ou aquela que tem algo contra você.
A melhor coisa da vida é ter alguém que ore por nós.
Plante uma árvore, seja na sua rua, num hotel fazenda, ou mesmo uma pequena planta na varanda do apartamento.
Árvores e plantas são mensageiras de Deus,
experimente conversar com elas.
Por fim, para que a vida se complete,
adote uma causa para lutar, seja a sua felicidade,
a defesa da natureza, dos animais,
dos órfãos, dos idosos, dos que têm doenças crônicas,
das vítimas da violência, ou qualquer outra boa causa,
assim você esquece dos seus problemas,
passa a ter a certeza que todos eles juntos são menores que um só dessas vítimas da crueldade do mundo que ainda não aprendeu que somos todos irmãos.
Ser feliz, simplesmente feliz, com o que você tem hoje,
com o que terás amanhã,
com a bagagem que trouxe do ontem.
Somos formados por pensamentos, atitudes e muitos, muitos sonhos.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
ENVELHECÍ... (SOB O OLHAR DE LEONE LACERDA.
Um dia desses uma jovem me perguntou como eu me sentia sobre ser velha.
Levei um susto, porque eu não me vejo como uma velha.
Ao notar minha reação, a garota ficou embaraçada, mas eu expliquei que era uma pergunta interessante, que pensaria a respeito e depois voltaria a falar com ela.
Pensei e concluí:
a velhice é um presente.
Eu sou agora, provavelmente pela primeira vez na vida, a pessoa que sempre quis ser.
Oh, não meu corpo!
Fico incrédula muitas vezes ao me examinar,
ver as rugas, a flacidez da pele, os pneus rodeando o meu abdomem, através das grossas lentes dos meus óculos,
E constantemente examino essa pessoa velha que vive em meu espelho e não reconheço.Nem parece que sou eu.
(e que se parece demais com meu pai),
mas não sofro muito com isso.
Não trocaria meus amigos surpreendentes, incríveis,amáveis,irmãos,
minha vida maravilhosa, e o carinho de minha família (que escolhí), por menos cabelo branco ,uma barriga mais lisa ou um bumbum mais durinho.
Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais condescendente comigo mesma, menos crítica das minhas atitudes.
Tornei-me amiga de mim mesma.
Não fico me censurando se quero comer um bolinho-de-chuva a mais, ou se tenho preguiça de arrumar minha cama, ou se compro um anãozinho de cimento que não necessito, mas que ficou tão lindo no meu jardim.
Conquistei o direito de matar minhas vontades,
de ser bagunceira, de ser extravagante, de falar o que penso e especialmente, de só amar, quem me ama demais da conta e sente a minha falta.
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais,
antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar paciência no computador até às 4 da manhã e depois só acordar ao meio-dia?
Se nunca abro a porta de casa, quando não sinto vontade???
Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos das décadas de 50, 60, 70 e se, de repente, chorar lembrando de alguma paixão daquela época, posso chorar mesmo! Que mal ha em chorar? Motivos,é que nunca faltam!
Andarei pela praia em um maiô excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulharei nas ondas e darei pulinhos, como na infancia, se quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros.
Eles, também, se conseguirem, envelhecerão.
Sei que ando esquecendo muita coisa! (Meu Deus, como isto é verdade!!!)quem sabe, isto não seja um meio de ficar mais fácil e bom para se poder perdoar. Mas, pensando bem, há muitos fatos na vida que merecem ser esquecidos.E eu, me esqueço de quase todos.
E das coisas importantes, eu me recordo freqüentemente.
Das lembranças boas, acreditem, jamais me esquecerei.
Certo, ao longo dos anos meu coração sofreu muito.Muito!
Como não sofrer se você perde um grande amor,ou quando não é amada,ou quando uma criança sofre, ou quando um animal de estimação é atropelado por um carro?
Mas corações partidos são os que nos dão a força,
a compreensão e nos ensinam a compaixão.
Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril
e nunca conhecerá a alegria de ser forte,
apesar de imperfeito.
Sou abençoada por ter vivido o suficiente para ver meu cabelo embranquecer e ainda querer tingi-los a meu bel prazer, e por ter os risos da juventude e da maturidade gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes que seus cabelos pudessem ficar prateados.
Conforme envelhecemos, fica mais fácil ser positivo.
E ligar menos para o que os outros pensam.
Eu não me questiono mais.
Conquistei o direito de estar errada e não ter que dar explicações.
O que é errado pra você,pode estar totalmente certo para mim.
Assim, respondendo à pergunta daquela jovem graciosa,
posso afirmar: ”Eu gosto de ser velha”.
Libertei-me!
Gosto da pessoa que me tornei.
Não vou viver para sempre, mas enquanto estiver por aqui,
não desperdiçarei meu tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupando com o que virá.
E comerei sobremesa todos os dias e repetirei,
se assim me aprouver…
E penso que nunca me sentirei só.
Sou receptiva e carinhosa, e se amizades antigas teimam em partir antes de mim, outras novas, assim como você, vêm a mim buscar o que terei sempre para dar enquanto viver:
experiência e muito amor.Mas muito amor mesmo;porém a quem também tiver amor para me dar.Esta pode ser a parte ruim, de envelhecer...
Levei um susto, porque eu não me vejo como uma velha.
Ao notar minha reação, a garota ficou embaraçada, mas eu expliquei que era uma pergunta interessante, que pensaria a respeito e depois voltaria a falar com ela.
Pensei e concluí:
a velhice é um presente.
Eu sou agora, provavelmente pela primeira vez na vida, a pessoa que sempre quis ser.
Oh, não meu corpo!
Fico incrédula muitas vezes ao me examinar,
ver as rugas, a flacidez da pele, os pneus rodeando o meu abdomem, através das grossas lentes dos meus óculos,
E constantemente examino essa pessoa velha que vive em meu espelho e não reconheço.Nem parece que sou eu.
(e que se parece demais com meu pai),
mas não sofro muito com isso.
Não trocaria meus amigos surpreendentes, incríveis,amáveis,irmãos,
minha vida maravilhosa, e o carinho de minha família (que escolhí), por menos cabelo branco ,uma barriga mais lisa ou um bumbum mais durinho.
Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais condescendente comigo mesma, menos crítica das minhas atitudes.
Tornei-me amiga de mim mesma.
Não fico me censurando se quero comer um bolinho-de-chuva a mais, ou se tenho preguiça de arrumar minha cama, ou se compro um anãozinho de cimento que não necessito, mas que ficou tão lindo no meu jardim.
Conquistei o direito de matar minhas vontades,
de ser bagunceira, de ser extravagante, de falar o que penso e especialmente, de só amar, quem me ama demais da conta e sente a minha falta.
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais,
antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar paciência no computador até às 4 da manhã e depois só acordar ao meio-dia?
Se nunca abro a porta de casa, quando não sinto vontade???
Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos das décadas de 50, 60, 70 e se, de repente, chorar lembrando de alguma paixão daquela época, posso chorar mesmo! Que mal ha em chorar? Motivos,é que nunca faltam!
Andarei pela praia em um maiô excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulharei nas ondas e darei pulinhos, como na infancia, se quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros.
Eles, também, se conseguirem, envelhecerão.
Sei que ando esquecendo muita coisa! (Meu Deus, como isto é verdade!!!)quem sabe, isto não seja um meio de ficar mais fácil e bom para se poder perdoar. Mas, pensando bem, há muitos fatos na vida que merecem ser esquecidos.E eu, me esqueço de quase todos.
E das coisas importantes, eu me recordo freqüentemente.
Das lembranças boas, acreditem, jamais me esquecerei.
Certo, ao longo dos anos meu coração sofreu muito.Muito!
Como não sofrer se você perde um grande amor,ou quando não é amada,ou quando uma criança sofre, ou quando um animal de estimação é atropelado por um carro?
Mas corações partidos são os que nos dão a força,
a compreensão e nos ensinam a compaixão.
Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril
e nunca conhecerá a alegria de ser forte,
apesar de imperfeito.
Sou abençoada por ter vivido o suficiente para ver meu cabelo embranquecer e ainda querer tingi-los a meu bel prazer, e por ter os risos da juventude e da maturidade gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes que seus cabelos pudessem ficar prateados.
Conforme envelhecemos, fica mais fácil ser positivo.
E ligar menos para o que os outros pensam.
Eu não me questiono mais.
Conquistei o direito de estar errada e não ter que dar explicações.
O que é errado pra você,pode estar totalmente certo para mim.
Assim, respondendo à pergunta daquela jovem graciosa,
posso afirmar: ”Eu gosto de ser velha”.
Libertei-me!
Gosto da pessoa que me tornei.
Não vou viver para sempre, mas enquanto estiver por aqui,
não desperdiçarei meu tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupando com o que virá.
E comerei sobremesa todos os dias e repetirei,
se assim me aprouver…
E penso que nunca me sentirei só.
Sou receptiva e carinhosa, e se amizades antigas teimam em partir antes de mim, outras novas, assim como você, vêm a mim buscar o que terei sempre para dar enquanto viver:
experiência e muito amor.Mas muito amor mesmo;porém a quem também tiver amor para me dar.Esta pode ser a parte ruim, de envelhecer...
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