PARA HANNAH E MINHAS IRMÃS...
Desejo ajudar...
"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador.
Não é esse o meu ofício.
Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.
Gostaria de ajudar, se possível, judeus, gentios, negros, brancos...
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.
Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo,
não para seu infortúnio.
Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros?
Neste mundo há espaço para todos.
A terra que é boa e rica,
pode prover a todas as necessidades.
O Caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma das pessoas...
Levantou no mundo as muralhas do ódio
e tem-nos feito marchar a passo de ganso
para a miséria e a morte.
Criamos a época da velocidade,
mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina que produz abundância,
tem-nos deixado em penúrias.
Nossos conhecimentos fazem-nos céticos;
nossa inteligência em pessoas duras e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas feições a vida será de violência
e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximam-nos muito mais.
A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade da pessoa humana,
um apelo à fraternidade universal,
à união de todos nós.
Neste mesmo instante
minha voz...
chega a milhões de pessoas por este mundo afora.
Milhões de desesperados,
homens e mulheres, criancinhas,
vítimas de um sistemas que tortura seres humanos
e encarcera inocentes.
Aos que me podem ouvir, eu digo:
"Não se desesperem!"
A desgraça que tem caído sobre nós não é mais produto da cobiça em agonia,
da amargura de pessoas que temem o avanço do processo humano.
As pessoas que odeiam desaparecerão.
Os ditadores sucumbirão
e o poder que do povo foi roubado há de retornar ao povo.
E assim, enquanto morrem pessoas,
a liberdade nunca perecerá.
Companheiros, não vos entregueis a seres humanos brutais que vos desprezam,
que vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas,
que ditam os vossos atos,
as vossas idéias, os vossos sentimentos!
Que vos fazem marchar no mesmo passo,
que vos submetem a uma alimentação regrada,
que vos tratam como um gado humano,
que vos utilizam como carne para canhão!
Não sois máquinas! Pessoas é que sois!
E, com amor da humanidade em vossas almas!
Não odieis!
Só odeiam os que não se fazem amar, os inumanos.
Companheiros, não batalheis pela escravidão!
Lutai pela liberdade!
No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro de vós todos!
Vós, o povo, tendes o poder
- o poder de criar máquinas.
O poder de criar felicidade!
Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela...
e fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto, em nome da democracia,
usemos deste poder, unamo-nos todos nós.
Lutemos por um mundo novo...
um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê fruto à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder.
Mas, só mistificam!
Não cumprem o que prometem.
Jamais o cumprirão!
Os ditadores liberam-se,
porém, escravizam o povo.
Lutemos agora para libertar o mundo,
abater as fronteiras nacionais,
dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência.
Lutemos por um mundo de razão,
um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à aventura de todos nós.
Em nome da democracia, unamo-nos.
Hannah, estás me ouvindo?
Onde te encontres, levanta os olhos!
Vês, Hannah?
O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam!
Estamos saindo das trevas para a luz!
Vamos entrando num mundo novo.
Um mundo melhor,
em que as pessoas estarão acima da cobiça,
do ódio e da brutalidade.
Ergue os olhos, Hannah!
A alma das pessoas ganhou asas e afinal começa a voar.
Voar para o arco-íris,
para a luz da esperança.
Ergue os olhos Hannah!
Ergue os olhos!"
Charles Chaplin
Extraído do filme O Grande Ditador
quarta-feira, 7 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Despedida...

Despedida...
"Se, por um instante ,Deus se
esquecesse de que sou uma marionete
de trapo e me presenteasse com um
pedaço de vida,possivelmente não diria
tudo o que penso,mas ,certamente pensaria
tudo o que digo.
Daria valor às coisas,não pelo o que valem,
mas pelo que significam.
Dormiria pouco,sonharia mais, pois sei que
a cada minuto que fechamos os olhos,
perdemos sessenta segundos de luz.
Andaria quando os demais parassem,
acordaria quando os outros dormem.
Escutaria quando os outros falassem
e gozaria um bom sorvete de chocolate.
Se Deus me presenteasse com um pedaço
de vida vestiria simplesmente , me
jogaria de bruços no solo,deixando
a descoberto não apenas meu corpo,
como minha alma.
Deus meu, se eu tivesse um coração,
escreveria meu ódio sobre o gelo e
esperaria que o sol saisse.
Pintaria com um sonho de Van Gogh
sobre estrelas um poema de Mário
Benedetti e uma canção de Serrat
seria a serenata que ofereceria à Lua.
Regaria as rosas com minhas lágrimas
para sentir a dor dos espinhos e o
encarnado beijo de suas pétalas.
Deus meu, se eu tivesse um pedaço
de vida!...
Não deixaria passar um só dia sem
dizer às gentes- te amo, te amo.
Convenceria cada mulher e cada homem
que são os meus favoritos e viveria
enamorado do amor.
Aos homens, lhes provaria como estão
enganados ao pensar que deixam de se
apaixonar quando envelhecem, sem saber
que envelhecem quando deixam de se
apaixonar.
A uma criança,lhe daria asas,mas
deixaria que aprendesse a voar sozinha.
Aos velhos ensinaria que a morte não
chega com a velhice, mas com o
esquecimento.
Tantas coisas aprendí com vocês,
os homens...
Aprendí que todo mundo quer viver no
cimo da montanha,sem saber que a
verdadeira felicidade está na forma
de subir a escarpa.
Aprendí que quando um recém-nascido
aperta com sua pequena mão pela
primeira vez o dedo do pai,
o tem prisioneiro para sempre.
Aprendí que um homem só tem o direito
de olhar um outro de cima para baixo
para ajudá-lo a levantar-se.
São tantas as coisas que pude aprender
com vocês,mas,finalmente não poderão
servir muito porque quando me olharem
dentro dessa maleta,infelizmente
estarei morrendo "
GABRIEL GARCIA MARQUEZ
Avante!!!
Com o tempo...
Você aprende que estar com alguém só porque esse alguém lhe oferece um bom futuro, significa que mais cedo ou mais tarde você irá querer voltar ao passado...
Com o tempo...
Você se dará conta que casar só porque “está sozinho(a)”, é uma clara advertência de que o seu matrimônio será um fracasso...
Com o tempo...
Você compreende que só quem é capaz de lhe amar com os seus defeitos, sem pretender mudar-lhe, é que pode lhe dar toda a felicidade que deseja...
Com o tempo...
Você se dará conta de que se você está ao lado de uma pessoa só para não ficar sozinho(a), com certeza uma hora você vai desejar não voltar a vê-la...
Com o tempo...
Você se dará conta de que os amigos verdadeiros valem mais do que qualquer montante de dinheiro...
Com o tempo...
Você entende que os verdadeiros amigos se contam nos dedos, e que aquele que não luta para os ter, mais cedo ou mais tarde se verá rodeado
unicamente de amizades falsas...
Com o tempo...
Você aprende que as palavras ditas num momento de raiva, podem continuar a magoar a quem você disse, durante toda a vida...
Com o tempo...
Você aprende que desculpar todos o fazem, mas perdoar, só as almas grandes o conseguem...
Com o tempo...
Você compreende que se você feriu muito um amigo, provavelmente a amizade jamais será a mesma...
Com o tempo...
Você se dá conta de que cada experiência vivida com cada pessoa, é irrepetível...
Com o tempo...
Você se dá conta de que aquele que humilha ou despreza um ser humano,
mais cedo ou mais tarde sofrerá as mesmas humilhações e desprezos,
só que multiplicados...
Com o tempo...
Você aprende a construir todos os seus caminhos hoje, porque o terreno de amanhã é demasiado incerto para fazer planos...
Com o tempo...
Você compreende que apressar as coisas ou forçá-las para que aconteçam, fará com que no final não sejam como você esperava...
Com o tempo...
Você se dará conta de que, na realidade, o melhor não era o futuro,
mas sim o momento que estava vivendo naquele instante...
Com o tempo...
Você aprende que tentar perdoar ou pedir perdão,
dizer que ama,
dizer que sente falta,
dizer que precisa,
dizer que quer ser amigo...
...junto de um caixão...
...deixa de fazer sentido...
Por isso, recorde sempre estas palavras:
O homem torna-se velho muito rápido
e sábio demasiado tarde.
Exatamente quando:
JÁ NÃO HÁ TEMPO!
desconhecido
Você aprende que estar com alguém só porque esse alguém lhe oferece um bom futuro, significa que mais cedo ou mais tarde você irá querer voltar ao passado...
Com o tempo...
Você se dará conta que casar só porque “está sozinho(a)”, é uma clara advertência de que o seu matrimônio será um fracasso...
Com o tempo...
Você compreende que só quem é capaz de lhe amar com os seus defeitos, sem pretender mudar-lhe, é que pode lhe dar toda a felicidade que deseja...
Com o tempo...
Você se dará conta de que se você está ao lado de uma pessoa só para não ficar sozinho(a), com certeza uma hora você vai desejar não voltar a vê-la...
Com o tempo...
Você se dará conta de que os amigos verdadeiros valem mais do que qualquer montante de dinheiro...
Com o tempo...
Você entende que os verdadeiros amigos se contam nos dedos, e que aquele que não luta para os ter, mais cedo ou mais tarde se verá rodeado
unicamente de amizades falsas...
Com o tempo...
Você aprende que as palavras ditas num momento de raiva, podem continuar a magoar a quem você disse, durante toda a vida...
Com o tempo...
Você aprende que desculpar todos o fazem, mas perdoar, só as almas grandes o conseguem...
Com o tempo...
Você compreende que se você feriu muito um amigo, provavelmente a amizade jamais será a mesma...
Com o tempo...
Você se dá conta de que cada experiência vivida com cada pessoa, é irrepetível...
Com o tempo...
Você se dá conta de que aquele que humilha ou despreza um ser humano,
mais cedo ou mais tarde sofrerá as mesmas humilhações e desprezos,
só que multiplicados...
Com o tempo...
Você aprende a construir todos os seus caminhos hoje, porque o terreno de amanhã é demasiado incerto para fazer planos...
Com o tempo...
Você compreende que apressar as coisas ou forçá-las para que aconteçam, fará com que no final não sejam como você esperava...
Com o tempo...
Você se dará conta de que, na realidade, o melhor não era o futuro,
mas sim o momento que estava vivendo naquele instante...
Com o tempo...
Você aprende que tentar perdoar ou pedir perdão,
dizer que ama,
dizer que sente falta,
dizer que precisa,
dizer que quer ser amigo...
...junto de um caixão...
...deixa de fazer sentido...
Por isso, recorde sempre estas palavras:
O homem torna-se velho muito rápido
e sábio demasiado tarde.
Exatamente quando:
JÁ NÃO HÁ TEMPO!
desconhecido
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O ARQUIVO SECRETO
“No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala.
Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões.
Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.
Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi
“Garotas de quem eu gostei”.
Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.
De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava.
Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar.
Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo.
Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias.
Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando.
O arquivo intitulado
“Amigos” estava ao lado do arquivo
“Amigos que traí”.
Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura:
“Livros que li”,
“Mentiras que contei”,
“Conselhos que dei”,
“Piadas das quais ri”.
Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão:
“Coisas que gritei aos meus irmãos”.
Em outros não havia a menor graça:
“Coisas que fiz quando estava com raiva”,
“Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”.
Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava.
Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava.
E outras vezes, menos do que eu sonhava.
Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida.
Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!?
Mas cada cartão confirmava uma verdade.
Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.
Quando puxei o arquivo
“Músicas que escutei”,
vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo.
Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado.
Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado
“Pensamentos sensuais”.
Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo.
Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões.
Fiquei todo arrepiado com o conteúdo.
Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado.
Uma raiva animal tomou posse de mim.
Um pensamento tomou conta de mim:
“Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala!
Tenho que destruir tudo!”
Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito.
O tamanho do arquivo não importava.
Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo.
Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los.
Não consegui.
Peguei um.
Era duro como aço quando tentei rasgá-lo.
Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.
Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado.
A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”
Puxei o arquivo –
5 centímetros de comprimento.
Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão.
Aí, então, as lágrimas vieram.
Comecei a chorar.
Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo.
Caí de joelhos e chorei mais e mais.
Chorei de vergonha, de pura vergonha.
A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei:
“Ninguém pode entrar aqui.
Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”
Quando enxugava as lágrimas eu O vi.
Não!
Ele não!
Não aqui!
Todo mundo, menos Jesus!
Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos.
Eu não podia ver a Sua reação.
Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha.
E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos.
E Ele tinha que ler cartão por cartão?
Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava.
Olhou-me com dó em Seus olhos.
Não havia nenhuma raiva.
Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos.
Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada.
Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas!
Mas não abriu a boca.
Simplesmente chorou comigo.
chorou muito.
Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos.
Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome.
E assim começou a fazer com todos os cartões.
Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei
“Não!” bem alto, correndo em Sua direção.
Tudo o que eu podia dizer era:
“Não!” “Não!”.
Seu nome não deveria estar nestes cartões.
Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico,
tão escuro e tão vívido.
O nome de Jesus cobriu o meu.
Estava escrito com Seu próprio sangue.
Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta,
Ele já estava ao meu lado.
Colocou a mão no meu ombro e disse:
“Está consumado.”
Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala.
Não existia fechadura na porta,
Ele então me disse:
Ainda existem muitos cartões a serem escritos…”
Texto extraído do livro “Eu Disse Adeus ao Namoro – Joshua Harris
“No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala.
Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões.
Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.
Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi
“Garotas de quem eu gostei”.
Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.
De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava.
Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar.
Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo.
Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias.
Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando.
O arquivo intitulado
“Amigos” estava ao lado do arquivo
“Amigos que traí”.
Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura:
“Livros que li”,
“Mentiras que contei”,
“Conselhos que dei”,
“Piadas das quais ri”.
Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão:
“Coisas que gritei aos meus irmãos”.
Em outros não havia a menor graça:
“Coisas que fiz quando estava com raiva”,
“Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”.
Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava.
Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava.
E outras vezes, menos do que eu sonhava.
Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida.
Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!?
Mas cada cartão confirmava uma verdade.
Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.
Quando puxei o arquivo
“Músicas que escutei”,
vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo.
Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado.
Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado
“Pensamentos sensuais”.
Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo.
Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões.
Fiquei todo arrepiado com o conteúdo.
Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado.
Uma raiva animal tomou posse de mim.
Um pensamento tomou conta de mim:
“Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala!
Tenho que destruir tudo!”
Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito.
O tamanho do arquivo não importava.
Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo.
Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los.
Não consegui.
Peguei um.
Era duro como aço quando tentei rasgá-lo.
Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.
Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado.
A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”
Puxei o arquivo –
5 centímetros de comprimento.
Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão.
Aí, então, as lágrimas vieram.
Comecei a chorar.
Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo.
Caí de joelhos e chorei mais e mais.
Chorei de vergonha, de pura vergonha.
A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei:
“Ninguém pode entrar aqui.
Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”
Quando enxugava as lágrimas eu O vi.
Não!
Ele não!
Não aqui!
Todo mundo, menos Jesus!
Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos.
Eu não podia ver a Sua reação.
Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha.
E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos.
E Ele tinha que ler cartão por cartão?
Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava.
Olhou-me com dó em Seus olhos.
Não havia nenhuma raiva.
Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos.
Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada.
Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas!
Mas não abriu a boca.
Simplesmente chorou comigo.
chorou muito.
Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos.
Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome.
E assim começou a fazer com todos os cartões.
Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei
“Não!” bem alto, correndo em Sua direção.
Tudo o que eu podia dizer era:
“Não!” “Não!”.
Seu nome não deveria estar nestes cartões.
Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico,
tão escuro e tão vívido.
O nome de Jesus cobriu o meu.
Estava escrito com Seu próprio sangue.
Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta,
Ele já estava ao meu lado.
Colocou a mão no meu ombro e disse:
“Está consumado.”
Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala.
Não existia fechadura na porta,
Ele então me disse:
Ainda existem muitos cartões a serem escritos…”
Texto extraído do livro “Eu Disse Adeus ao Namoro – Joshua Harris
quarta-feira, 30 de junho de 2010
PRIMA, MINHA LINDA FLOR DE LARANJEIRA!
PRIMA! MINHA LINDA FLOR DE LARANJEIRA
Primaaaaaaaaaaaaaaa
"Eu tenho tanto para te falar, mas com palavras não sei dizer, como é grande o meu amor por VOCÊ"
Minha doce Prima, to com muita SAUDADESSSSSS de ti. Depois dessas festas, farras e festejos, comecei a me reposicionar em relação a minha tão sofrida, vivida e agitada vida...
Lendo seu Blog viajo no mundo encantado de Leone Lacerda, aquela doce menina que me ajuda a encarar com encanto essa "vidinha!"
Pode "o céu desabar" em nenhum momento da vida perderei o encanto, a vontade de viver, de perder o fôlego, de sonhar acordada... de ver Sol nos dias de Sol e ver Chuva nos dias de Chuva, de achar que doce e azedo são distintos, de tomar banho cantarolando (se achando)!!!!
Não adianta Pri, tudo em mim, é emoção, tudo em mim transpira amor!!!
haverá desencantos, mas haverá todos os dias raios de sol, para nos iluminar e nos provar que apaixonar ainda vale a pena!!! (mesmo que esses sapos nunca se tornem Príncipes...KKKKK)
O mais importante,
hoje em minha vida, é sua amável presença,
sem você minha vida não tem cor!
Preciso de ti para que ela continue azul, rosa, vermelha... vários arco íris
(com a reforma tem ou não hífen???)
Preciso dizer simplesmente que te amo
e você faz muita falta em minha vida,
sua maravilhosa e vitaminada!!!!!!
Pati
Primaaaaaaaaaaaaaaa
"Eu tenho tanto para te falar, mas com palavras não sei dizer, como é grande o meu amor por VOCÊ"
Minha doce Prima, to com muita SAUDADESSSSSS de ti. Depois dessas festas, farras e festejos, comecei a me reposicionar em relação a minha tão sofrida, vivida e agitada vida...
Lendo seu Blog viajo no mundo encantado de Leone Lacerda, aquela doce menina que me ajuda a encarar com encanto essa "vidinha!"
Pode "o céu desabar" em nenhum momento da vida perderei o encanto, a vontade de viver, de perder o fôlego, de sonhar acordada... de ver Sol nos dias de Sol e ver Chuva nos dias de Chuva, de achar que doce e azedo são distintos, de tomar banho cantarolando (se achando)!!!!
Não adianta Pri, tudo em mim, é emoção, tudo em mim transpira amor!!!
haverá desencantos, mas haverá todos os dias raios de sol, para nos iluminar e nos provar que apaixonar ainda vale a pena!!! (mesmo que esses sapos nunca se tornem Príncipes...KKKKK)
O mais importante,
hoje em minha vida, é sua amável presença,
sem você minha vida não tem cor!
Preciso de ti para que ela continue azul, rosa, vermelha... vários arco íris
(com a reforma tem ou não hífen???)
Preciso dizer simplesmente que te amo
e você faz muita falta em minha vida,
sua maravilhosa e vitaminada!!!!!!
Pati
domingo, 27 de junho de 2010
Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector
E EU, JÁ DISSE FRASES QUE FORAM DISTORCIDAS E CONFUNDIDAS;
JÁ ME MACHUQUEI MUITO, PARA NÃO MACHUCAR,
JÁ SORRÍ, QUANDO QUERIA CHORAR.
JÁ DISSE QUE SIM, QUANDO O CORRETO ERA NÃO;
JÁ PEQUEI POR NECESSIDADE,
JA ME ARREPENDÍ DE MUITAS COISAS; ALGUMAS FARIA DE NOVO...
JÁ CHOREI SOZINHA NA CALADA DA NOITE, SEM NINGUEM PARA ESCUTAR.
JÁ SENTÍ FALTA DE PESSOAS QUE NÃO SE LEMBRAM QUE EU EXISTO;
JÁ AJUDEI PESSOAS QUE NUNCA ME DISSERAM OBRIGADO;
NO ENTANTO, JÁ FUI AJUDADA POR OUTRAS PELAS QUAIS NUNCA FIZ NADA.
JÁ FUI JULGADA, CONDENADA;ABSOLVIDA.
MAS NO FINAL, NADA DISTO IMPORTA;
EU VIVO SÓ E MORREREI SÓ.
ENGASGO-ME SEMPRE COM TODOS OS COMPRIMIDOS
E NÃO TOMO INJEÇÃO. MINHA TÔNICA, É A SOLIDÃO.
BEBO APENAS, PARA ME ESQUECER QUE TUDO FOI EM VÃO.
AS AULAS DE CANTO, O ESTUDO DESESPERADO NO PIANO,
AS SERENATAS FEITAS POR MIM, NO VIOLÃO,AS CANÇÕES,
AS AULAS DE DANÇA DE SALÃO..
OS INUMEROS POEMAS QUE COMPUS E NINGUEM LEU.
TODOS OS POEMAS DE MÃE, QUE DECOREI...
TODAS AS MADRUGADAS QUE ACORDEI PARA ESTUDAR...
TODAS AS MELHORES NOTAS QUE TIREI NA ESCOLA...
GUARDAREI AS MINHAS CAIXINHAS DE JÓIAS,
MINHA COLEÇÃO DE CARTÕES POSTAIS,
MINHAS BOLSAS, MEUS SAPATOS E BOTAS...
MINHAS MILHARES DE FOTOS,
MEUS LIVROS COM AS MAIS LINDAS DEDICATÓRIAS,
O LIVRO DA MINHA AUTORIA;
MINHA LINDISSIMA COLEÇÃO DE CHAPEUS,
MEU PEQUENINO ROMEU E JULIETA DE PORCELANA,
MEU APARELHO DE CHÁ, EM PRATA;
MEUS TEMPEROS SUIÇOS, MINHA ARTE CULINÁRIA!
MINHAS PEQUENAS AGENDAS PEQUENINAS E ESPECIAS,
MINHAS LEMBRANÇAS DE PAÍSES, PESSOAS,
MEUS INUMEROS BIBELÔS,
MEUS CREMES IMPORTADOS, SÃO TANTOS!
PARA TUDO...
MEUS PERFUMES DE AMAPOLA,
MINHAS MANIAS NOTURNAS...
MEU CARRO, QUE É O ÚNICO QUE DE FATO,ME LEVA AO LONGE;
MINHAS PLANTAS E FLORES!
MINHAS LEMBRANÇAS!!!
AFINAL, NA VIDA, A UNCIA COISA QUE EU FARIA OUTRA VEZ,
É O BEM QUE EU POSSA TER FEITO A OUTRAS PESSOAS,SEM PEDIR NADA EM TROCA.
O RESTANTE,
APAGARIA TUDO.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector
E EU, JÁ DISSE FRASES QUE FORAM DISTORCIDAS E CONFUNDIDAS;
JÁ ME MACHUQUEI MUITO, PARA NÃO MACHUCAR,
JÁ SORRÍ, QUANDO QUERIA CHORAR.
JÁ DISSE QUE SIM, QUANDO O CORRETO ERA NÃO;
JÁ PEQUEI POR NECESSIDADE,
JA ME ARREPENDÍ DE MUITAS COISAS; ALGUMAS FARIA DE NOVO...
JÁ CHOREI SOZINHA NA CALADA DA NOITE, SEM NINGUEM PARA ESCUTAR.
JÁ SENTÍ FALTA DE PESSOAS QUE NÃO SE LEMBRAM QUE EU EXISTO;
JÁ AJUDEI PESSOAS QUE NUNCA ME DISSERAM OBRIGADO;
NO ENTANTO, JÁ FUI AJUDADA POR OUTRAS PELAS QUAIS NUNCA FIZ NADA.
JÁ FUI JULGADA, CONDENADA;ABSOLVIDA.
MAS NO FINAL, NADA DISTO IMPORTA;
EU VIVO SÓ E MORREREI SÓ.
ENGASGO-ME SEMPRE COM TODOS OS COMPRIMIDOS
E NÃO TOMO INJEÇÃO. MINHA TÔNICA, É A SOLIDÃO.
BEBO APENAS, PARA ME ESQUECER QUE TUDO FOI EM VÃO.
AS AULAS DE CANTO, O ESTUDO DESESPERADO NO PIANO,
AS SERENATAS FEITAS POR MIM, NO VIOLÃO,AS CANÇÕES,
AS AULAS DE DANÇA DE SALÃO..
OS INUMEROS POEMAS QUE COMPUS E NINGUEM LEU.
TODOS OS POEMAS DE MÃE, QUE DECOREI...
TODAS AS MADRUGADAS QUE ACORDEI PARA ESTUDAR...
TODAS AS MELHORES NOTAS QUE TIREI NA ESCOLA...
GUARDAREI AS MINHAS CAIXINHAS DE JÓIAS,
MINHA COLEÇÃO DE CARTÕES POSTAIS,
MINHAS BOLSAS, MEUS SAPATOS E BOTAS...
MINHAS MILHARES DE FOTOS,
MEUS LIVROS COM AS MAIS LINDAS DEDICATÓRIAS,
O LIVRO DA MINHA AUTORIA;
MINHA LINDISSIMA COLEÇÃO DE CHAPEUS,
MEU PEQUENINO ROMEU E JULIETA DE PORCELANA,
MEU APARELHO DE CHÁ, EM PRATA;
MEUS TEMPEROS SUIÇOS, MINHA ARTE CULINÁRIA!
MINHAS PEQUENAS AGENDAS PEQUENINAS E ESPECIAS,
MINHAS LEMBRANÇAS DE PAÍSES, PESSOAS,
MEUS INUMEROS BIBELÔS,
MEUS CREMES IMPORTADOS, SÃO TANTOS!
PARA TUDO...
MEUS PERFUMES DE AMAPOLA,
MINHAS MANIAS NOTURNAS...
MEU CARRO, QUE É O ÚNICO QUE DE FATO,ME LEVA AO LONGE;
MINHAS PLANTAS E FLORES!
MINHAS LEMBRANÇAS!!!
AFINAL, NA VIDA, A UNCIA COISA QUE EU FARIA OUTRA VEZ,
É O BEM QUE EU POSSA TER FEITO A OUTRAS PESSOAS,SEM PEDIR NADA EM TROCA.
O RESTANTE,
APAGARIA TUDO.
Dê mais às pessoas, MAIS do que elas esperam, e faça com alegria.
· Decore seu poema favorito.
· Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo o que você tem e durma tanto quanto você queira.
· Quando disser "Eu te amo" olhe as pessoas nos olhos.
· Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.
· Acredite em amor à primeira vista.
· Nunca ria dos sonhos de outras pessoas.
· Ame profundamente e com paixão.
· Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente.
· Em desentendimento, brigue de forma justa, não use palavrões.
· Não julgue as pessoas pelo seus parentes.
· Fale devagar mas pense com rapidez.
· Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Porque você quer saber?".
· Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.
· Ligue para sua mãe.
· Diga "saúde" quando alguém espirrar.
· Quando você se deu conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.
· Quando você perder, não perca a lição.
· Lembre-se dos três Rs: Respeito por si próprio, respeito ao próximo e responsabilidade pelas ações.
· Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.
· Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.
· Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.
· Passe mais tempo sozinho.
· Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.
· Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.
· Leia mais livros e assista menos TV.
· Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás, você poderá aproveitá-la mais uma vez.
· Confie em Deus, mas tranque o carro.
· Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia.
· Em desentendimento com entes queridos, enfoque a situação atual.
· Não fale do passado.
· Leia o que está nas entrelinhas.
· Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.
· Seja gentil com o planeta.
· Reze. Há um poder incomensurável nisso.
· Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.
· Cuide da sua própria vida.
· Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija.
· Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes.
· Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros, enquanto você for vivo. Esta é a maior satisfação de riqueza.
· Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
· Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir.
· Lembre-se de que seu caráter é seu destino.
· Usufrua o amor e a culinária com abandono total.
Dalai Lama
· Decore seu poema favorito.
· Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo o que você tem e durma tanto quanto você queira.
· Quando disser "Eu te amo" olhe as pessoas nos olhos.
· Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.
· Acredite em amor à primeira vista.
· Nunca ria dos sonhos de outras pessoas.
· Ame profundamente e com paixão.
· Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente.
· Em desentendimento, brigue de forma justa, não use palavrões.
· Não julgue as pessoas pelo seus parentes.
· Fale devagar mas pense com rapidez.
· Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Porque você quer saber?".
· Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.
· Ligue para sua mãe.
· Diga "saúde" quando alguém espirrar.
· Quando você se deu conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.
· Quando você perder, não perca a lição.
· Lembre-se dos três Rs: Respeito por si próprio, respeito ao próximo e responsabilidade pelas ações.
· Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.
· Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.
· Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.
· Passe mais tempo sozinho.
· Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.
· Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.
· Leia mais livros e assista menos TV.
· Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás, você poderá aproveitá-la mais uma vez.
· Confie em Deus, mas tranque o carro.
· Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia.
· Em desentendimento com entes queridos, enfoque a situação atual.
· Não fale do passado.
· Leia o que está nas entrelinhas.
· Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.
· Seja gentil com o planeta.
· Reze. Há um poder incomensurável nisso.
· Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.
· Cuide da sua própria vida.
· Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija.
· Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes.
· Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros, enquanto você for vivo. Esta é a maior satisfação de riqueza.
· Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
· Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir.
· Lembre-se de que seu caráter é seu destino.
· Usufrua o amor e a culinária com abandono total.
Dalai Lama
Assinar:
Postagens (Atom)